Mostrando postagens com marcador imunomoduladores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador imunomoduladores. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Mulheres com esclerose múltipla podem reduzir o risco de surtos após a gravidez se amamentarem seus bebês

Mulheres com esclerose múltipla podem reduzir o risco de surtos após a gravidez se amamentarem seus bebês, de acordo com os resultados de um estudo liberado hoje e que será apresentado no 61º Congresso Anual da Academia Americana de Neurologia em Seattle, de 25 de abril a 2 de maio deste ano.
Neste estudo, que foi financiado pelo NIH e Wadsworth Foundation, os pesquisadores acompanharam 32 mulheres grávidas com EM e 29 grávidas não portadoras da doença durante cada trimestre da gestação e por até um ano após o parto. As mulheres foram questionadas quanto ao aleitamento e história menstrual.
No total, 52% das mulheres com EM não amamentaram seus bebês ou começaram a suplementar o leite materno com fórmulas artificiais nos primeiros dois meses após o parto. Destas, 87% apresentaram surtos após a gravidez, comparadas com 36% das mulheres com EM que mantiveram aleitamento materno exclusivo pelo menos nos dois primeiros meses após o parto.

domingo, 21 de setembro de 2008

Fingolimod suprime atividade de doença na EM Remitente-Recorrente

Fingolimod, a primeira droga imunomoduladora oral para tratamento da esclerose múltipla, atualmente em avaliação em estudos multicêntricos de fase III (também no BR, ver centros de pesquisa), teve resultados promissores apresentados no último congresso da Academia Americana de Neurologia (AAN).
Com um mecanismo diferente dos imunomoduladores disponíveis no mercado, o fingolimod tem como atrativo sua posologia e modo de administração mais convenientes, o que por si só já seria um grande atrativo para os portadores da doença. Além disso, os dados disponíveis até o momento são encorajadores: redução da atividade de doença à RNM com 89% dos pacientes sem evidências de atividade (sem lesões hipercaptantes), baixo risco de recidiva (taxa anualizada de 0,2% aproximadamente, na fase de extensão) e ausência de novas lesões em 75% dos pacientes.
Os efeitos colaterais são de modo geral poucos e bem tolerados: na fase inicial